Se você é pai ou mãe e está se perguntando se chegou a hora do seu filho usar aparelho, saiba que essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório. A boa notícia é que a odontologia infantil evoluiu muito, e hoje existem opções confortáveis, discretas e muito eficientes para cada fase do desenvolvimento do seu pequeno.
Neste post, a Dra. Emília Finotti, odontopediatra em Goiânia, responde as principais perguntas dos pais sobre ortodontia infantil. Você vai entender quais são os tipos de aparelho disponíveis, quando indicar e como funciona o tratamento na prática.
Quais são os tipos de aparelho infantil disponíveis em Goiânia?

Em Goiânia, as crianças têm acesso a uma variedade de aparelhos ortodônticos adaptados para cada necessidade e faixa etária. A escolha do tipo ideal depende do diagnóstico feito pelo especialista, levando em conta a fase de desenvolvimento bucal e o problema a ser corrigido.
Os principais tipos utilizados na odontopediatria são:
- Aparelho fixo metálico: o mais tradicional, colado diretamente nos dentes com braquetes e fio. Indicado geralmente após a troca dos dentes de leite.
- Aparelho fixo estético (cerâmico ou de safira): funciona como o metálico, mas com braquetes menos visíveis — uma opção para crianças que se preocupam com a estética.
- Aparelho móvel (placa removível): feito sob medida, pode ser retirado para comer e escovar os dentes. Muito usado na dentição mista (quando convivem dentes de leite e permanentes).
- Aparelho ortopédico funcional: atua no crescimento dos ossos da face, corrigindo discrepâncias entre maxila e mandíbula. Exemplos: Bionator, Frankel e Ativador.
- Expansor palatino: indicado quando o palato (céu da boca) é estreito, ampliando o espaço para os dentes permanentes.
- Alinhadores infantis: moldeiras transparentes removíveis, já disponíveis para crianças em casos selecionados.
Cada caso é único. Por isso, a avaliação com um odontopediatra especializado é o primeiro passo para saber qual opção é mais adequada para o seu filho.
Qual a melhor idade para colocar aparelho em crianças?
Essa é uma pergunta que quase todos os pais fazem — e a resposta pode surpreender. A interceptação ortodôntica pode (e muitas vezes deve) começar antes mesmo de todos os dentes permanentes nascerem.
De forma geral, as fases do tratamento ortodôntico infantil são divididas assim:
- Fase 1 — Dentição de leite (2 a 6 anos): foco em hábitos nocivos como chupar dedo ou chupeta, que podem deformar o palato.
- Fase 2 — Dentição mista (6 a 12 anos): período ideal para aparelhos ortopédicos e expansores, pois os ossos ainda estão em crescimento.
- Fase 3 — Dentição permanente (acima de 12 anos): fase clássica do aparelho fixo para alinhamento definitivo dos dentes.
O tratamento precoce (entre 6 e 10 anos) é muitas vezes mais simples, mais rápido e evita procedimentos mais complexos no futuro. Quanto antes o problema for identificado, maiores as chances de uma correção natural aproveitando o crescimento da criança.
Quer saber em qual fase seu filho se encontra? Entre em contato com a Dra. Emília Finotti pelo WhatsApp (62) 99369-4286 e agende uma avaliação!
Quanto custa aparelho infantil em Goiânia?

O valor do aparelho infantil em Goiânia varia bastante conforme o tipo de aparelho, a complexidade do caso e o tempo estimado de tratamento. Não existe um preço único, pois cada criança tem necessidades diferentes.
Para ter uma referência geral:
- Aparelho ortopédico funcional: costuma ter custo menor e duração mais curta, já que aproveita o crescimento natural.
- Aparelho fixo metálico: é geralmente a opção mais acessível entre os fixos.
- Aparelho fixo estético (cerâmico/safira): tem valor um pouco mais elevado devido ao material.
- Alinhadores infantis: variam conforme o número de moldeiras necessárias.
Além do tipo de aparelho, o investimento inclui as consultas de manutenção, que costumam ser mensais ou bimestrais. Muitos consultórios em Goiânia, como o da Dra. Emília Finotti, oferecem parcelamento facilitado para tornar o tratamento acessível às famílias.
O mais importante: não adie a avaliação por medo do custo. Tratar cedo é, na maioria dos casos, mais econômico do que tratar tarde. Agende agora uma consulta de avaliação pelo WhatsApp (62) 99369-4286 e receba um orçamento personalizado.
Qual o tipo de aparelho mais indicado para crianças pequenas?
Para crianças pequenas, especialmente na faixa dos 6 aos 9 anos, os aparelhos ortopédicos funcionais e os expansores palatinos são os mais indicados. Eles atuam diretamente no crescimento dos ossos da face, uma vantagem exclusiva dessa fase da vida.
Os aparelhos removíveis também são muito usados nessa faixa etária porque:
- São mais confortáveis para crianças em adaptação;
- Permitem higienização completa dos dentes;
- Podem ser ajustados conforme o crescimento da criança;
- Causam menos impacto emocional nas primeiras experiências odontológicas.
O segredo está em fazer o diagnóstico no momento certo. Um odontopediatra consegue identificar sinais precoces de má oclusão antes mesmo que o problema seja visível para os pais.
Vale a pena colocar aparelho fixo ou móvel em crianças?
Essa é uma dúvida muito comum e a resposta depende da idade e do tipo de problema a ser corrigido. Não existe uma opção universalmente melhor — ambas têm suas vantagens.
Aparelho fixo:
- Atua 24 horas por dia, independendo da cooperação da criança;
- Resultados mais previsíveis em casos complexos;
- Indicado principalmente após os 11-12 anos.
Aparelho móvel (removível):
- Mais confortável e aceito por crianças mais novas;
- Facilita a higiene bucal;
- Requer disciplina da criança para usar o tempo recomendado (geralmente 12 a 16 horas por dia);
- Ideal para correções ortopédicas na fase de crescimento.
Na prática, muitos tratamentos combinam as duas fases: primeiro um aparelho ortopédico removível para guiar o crescimento, e depois um fixo para o refinamento do alinhamento. A Dra. Emília Finotti avalia cada caso individualmente para indicar o melhor caminho.
Quando devo levar meu filho ao ortodontista pela primeira vez em Goiânia?
A recomendação das principais associações de odontopediatria é que a primeira avaliação ortodôntica aconteça por volta dos 6 a 7 anos, quando os primeiros dentes permanentes começam a nascer. Mas isso não significa que o tratamento vai começar imediatamente — muitas vezes é apenas um acompanhamento.
No entanto, alguns sinais pedem atenção antes dessa idade:
- Hábito de chupar dedo ou chupeta após os 3 anos;
- Respiração pela boca;
- Mordida aberta ou cruzada visível;
- Dificuldade para mastigar ou falar;
- Dentes muito apinhados ou com espaços grandes;
- Ranger os dentes (bruxismo).
Se você perceber qualquer um desses sinais no seu filho, não espere. Leve ao especialista o quanto antes. A odontopediatria moderna permite intervenções muito suaves e eficazes quando feitas no momento certo.
Como saber se meu filho precisa de aparelho ortodôntico?
Os pais muitas vezes são os primeiros a notar algo diferente no sorriso dos filhos. Mas nem sempre é fácil saber o que é normal e o que precisa de atenção. Alguns sinais que podem indicar a necessidade de avaliação ortodôntica são:
- Dentes tortos ou sobrepostos: apinhamento dentário visível;
- Mordida errada: os dentes de cima ficam muito à frente dos de baixo (ou vice-versa);
- Mordida aberta: quando os dentes de cima e de baixo não se encontram ao fechar a boca;
- Queixo desviado: o rosto parece assimétrico ao fechar a boca;
- Espaço excessivo entre os dentes;
- Dificuldade para morder ou mastigar alimentos;
- Fala com dificuldade ou com algum defeito de pronúncia.
Lembre-se: apenas um profissional pode confirmar se há ou não necessidade de tratamento. Muitas vezes o que parece um problema é apenas uma fase normal do desenvolvimento. E o que parece pequeno pode estar gerando impactos que não são visíveis a olho nu.
A primeira consulta com a Dra. Emília Finotti é o momento ideal para tirar todas essas dúvidas em um ambiente acolhedor, pensado especialmente para crianças. Clique aqui e agende pelo WhatsApp: (62) 99369-4286.
Conclusão
Cuidar da saúde bucal do seu filho desde cedo é um dos maiores presentes que você pode dar a ele. O tratamento ortodôntico infantil, quando feito no momento certo, é mais simples, mais eficaz e pode evitar procedimentos muito mais complexos na adolescência e na vida adulta.
Em Goiânia, a Dra. Emília Finotti oferece um atendimento especializado em odontopediatria, com foco em acolher tanto as crianças quanto os pais durante todo o processo. Seja na primeira consulta, no acompanhamento do desenvolvimento bucal ou no início de um tratamento ortodôntico, você e seu filho estarão em boas mãos.
Não espere os problemas aumentarem. Agende agora a avaliação do seu filho pelo WhatsApp (62) 99369-4286 e dê o primeiro passo para um sorriso saudável e bonito!
Perguntas Frequentes sobre Aparelho Infantil em Goiânia
A partir de que idade a criança pode usar aparelho?
Depende do tipo de aparelho e do problema a ser tratado. Aparelhos ortopédicos funcionais podem ser indicados a partir dos 6 anos, aproveitando a fase de crescimento ósseo. Já o aparelho fixo tradicional costuma ser indicado após os 11-12 anos, quando a maioria dos dentes permanentes já nasceu.
O aparelho dói nas crianças?
É normal sentir um leve desconforto nos primeiros dias após a colocação ou ajuste do aparelho. Porém, com as tecnologias atuais, os aparelhos infantis são muito mais leves e confortáveis do que antigamente. A maioria das crianças se adapta rapidamente, especialmente com o incentivo dos pais.
Quanto tempo dura o tratamento com aparelho infantil?
O tempo varia conforme o tipo de tratamento e a complexidade do caso. Aparelhos ortopédicos na fase de crescimento podem durar de 12 a 24 meses. Já o tratamento fixo completo, em geral, dura entre 18 e 30 meses. O acompanhamento regular com o especialista é fundamental para cumprir o prazo estimado.
Aparelho infantil é diferente do aparelho de adulto?
Sim. O aparelho infantil, especialmente nas fases mais precoces, é projetado para trabalhar junto com o crescimento natural dos ossos da face. Isso permite correções que não seriam possíveis em adultos sem cirurgia. Por isso, o diagnóstico e início do tratamento na infância trazem resultados muito mais eficientes.
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